A Polícia Nacional de Angola está a investigar cerca de 30 mortes que ocorreram durante a recente greve de taxistas, marcada por atos de vandalismo e pilhagens. Em declarações, o porta-voz da PNA, Mateus Rodrigues, admitiu que a corporação utilizou “meios letais” para conter a violência, mas negou que houvesse ordens para matar.
Segundo Rodrigues, a intervenção policial foi uma resposta a confrontos que se tornaram incontroláveis, especialmente em Luanda, e visava defender a ordem pública. “A situação fugia do controlo e os efetivos da polícia tiveram que usar de meios, porque os meios não letais não resultavam”, justificou o porta-voz à rádio Essencial.
Ele atribuiu as mortes às ações dos próprios manifestantes, que, segundo ele, estavam envolvidos em “arruaças” e na destruição de bens públicos e privados. “As mortes acabaram sendo consequência dos atos que foram praticados pelos cidadãos, envolvidos nesses atos de arruaças, pilhagem e tudo mais”, afirmou.
Rodrigues expressou pesar pelas vítimas, incluindo efetivos da polícia que também ficaram feridos, e reiterou que não houve uma estratégia intencional para matar. Ele destacou que a presença de forças especiais, como a Unidade de Reacção e Patrulhamento – URP e a Polícia de Intervenção Rápida – PIR, foi necessária devido à situação alarmante. As investigações sobre as mortes estão em curso, segundo o sub-comissário.
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