Madagascar amanheceu hoje sob um rigoroso toque de recolher decretado pelo governo, após protestos violentos que ocorreram na capital e em outras cidades do país, noticiou a Prensa Latina.
O presidente da Madagascar, Andry Rajoelina, condenou a violência nesta sexta-feira e pediu à população que mantenha a calma em meio às manifestações que deixaram um número ainda desconhecido de feridos.
Os protestos, centrados na falta de vários serviços, incluindo água e electricidade, foram reprimidos pela polícia com gás lacrimogêneo e balas de borracha, deixando pelo menos 10 civis e três policiais feridos, enquanto ocorreram saques a empresas e destruição de propriedades.
Segundo as autoridades, o toque de recolher na capital foi imposto no dia anterior e continuará nesta sexta-feira.
Enquanto isso, Rajoelina está em Nova Iorque a participar do segmento de alto nível da 80ª Assembleia Geral da ONU.
Enquanto isso, a mídia local informou que muitas instalações e casas atacadas pertenciam a senadores e outras figuras políticas do país.
Andry Rajoelina venceu as eleições de 2023 para um terceiro mandato com 59% dos votos, de acordo com a comissão eleitoral deste estado insular do Oceano Índico, localizado a sudeste do continente africano.
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