O ex-Presidente da República Democrática do Congo, Joseph Kabila, que governou o país entre 2001 e 2019, foi condenado à morte esta terça-feira. A sentença, proferida pela justiça militar do país num processo à revelia, resulta de acusações de “traição” e “crimes de guerra”.
O veredicto foi lido pela Alta Corte Militar, a mais alta instância judicial militar da RDC, após uma audiência que começou com um atraso de quase três horas. Joseph Kabila, filho do também ex-Presidente Laurent-Désiré Kabila, não esteve presente no julgamento, nem se fez representar por advogados, não contando com grande apoio dentro ou fora do tribunal.
A decisão da Alta Corte Militar vai contra a requisição do Ministério Público que, a 22 de agosto, havia pedido a pena de morte. Contudo, os advogados da República tinham, na altura, solicitado a prisão perpétua para o ex-Presidente. A sua justificação era que, dessa forma, Kabila poderia “encontrar-se com as suas vítimas e tomar consciência do mal que teria causado”.
Joseph Kabila, que deixou a RDC há dois anos, foi julgado por crimes que terão ocorrido durante o seu longo período no poder. A condenação levanta questões sobre o futuro político e legal de uma das figuras mais proeminentes da história recente do país.
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