O guitarrista cabo-verdiano Voginha continua a afirmar-se como uma das grandes referências da música do Cabo Verde, levando os sons tradicionais do arquipélago a palcos internacionais.

Aos 61 anos, o músico mantém viva a missão de promover a cultura do seu país, apresentando-se como um verdadeiro embaixador da morna e da coladeira.

Um talento moldado desde a infância Voginha conta que a sua paixão pela música começou ainda na infância, quando frequentava bailes populares para observar e aprender com músicos mais experientes.

Entre as suas maiores influências está o seu pai, Tazinho, reconhecido como um dos primeiros guitarristas a gravar música tradicional cabo-verdiana.

Foi nesse ambiente que desenvolveu a sua técnica e sensibilidade musical, que hoje o distinguem como um guitarrista virtuoso.

Embaixador da música cabo-verdiana Ao longo da sua carreira, Voginha tem assumido um papel importante na divulgação internacional dos géneros tradicionais de Cabo Verde, como:

•morna

•coladeira

O artista destaca frequentemente o orgulho nas suas raízes e a vontade de mostrar ao mundo a riqueza cultural do seu país, que descreve como o seu “pequeno grande país”.

Recentemente, Voginha brilhou no Atlantic Music Expo, um dos maiores eventos musicais da região.

A sua atuação encantou o público e reforçou a sua posição como um dos principais representantes da música cabo-verdiana contemporânea.

Um sonho que continua vivo Mesmo após décadas de carreira, o músico mantém um objetivo claro:

•levar a música de Cabo Verde a todos os cantos do Mundo a sua trajetória reflete não apenas talento, mas também dedicação à preservação e promoção da identidade cultural do arquipélago.

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