A capital do Venezuela foi palco de novos confrontos sociais após a polícia dispersar manifestantes com gás lacrimogéneo junto ao palácio presidencial de Palácio de Miraflores.

Os protestos ocorreram na quinta-feira, 9 de abril, quando centenas de cidadãos saíram às ruas para exigir aumentos salariais e denunciar a deterioração das condições de vida no país.

Repressão durante Manifestação os manifestantes dirigiam-se ao palácio presidencial para pressionar o governo, mas foram impedidos pelas forças de segurança.

Durante a ação:

•a polícia utilizou gás lacrimogéneo •manifestantes foram dispersados à força •registaram-se momentos de tensão nas ruas de Caracas

A intervenção das autoridades gerou críticas e reforçou o clima de instabilidade social. Salário mínimo em nível Crítico no centro dos protestos está a situação económica alarmante.

Atualmente, o salário mínimo mensal no país é de: 130 bolívares,equivalente a cerca de 0,27 Dólar esse valor é considerado insuficiente para cobrir qualquer necessidade básica, sendo apontado como um dos mais baixos do mundo. Promessas do governo geram frustração A vice-presidente Delcy Rodríguez havia anunciado recentemente a possibilidade de aumento salarial, o que gerou expectativa entre a população.

No entanto, a ausência de medidas concretas aumentou a frustração popular.Uma manifestante resumiu o sentimento geral ao afirmar: “Há dinheiro do petróleo… ela disse que seria para os salários, mas mentiu.”

Riqueza petrolífera em contraste com pobreza Apesar de possuir vastas reservas de petróleo, o país enfrenta uma crise económica profunda.Especialistas apontam que: a riqueza petrolífera não tem beneficiado a população a inflação continua a corroer os rendimentos o custo de vida permanece muito acima dos salários

Crescente tensão social Os protestos refletem um descontentamento cada vez maior entre trabalhadores, pensionistas e diferentes setores da sociedade.

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