Angola exportou esta semana, pela primeira vez, ovos fertilizados para o Uganda, assinalando uma nova etapa na expansão do agronegócio e no comércio regional.
Segundo um comunicado de imprensa do Fundo Soberano de Angola (FSDEA) enviado ao Jornal de Angola, a concretização deste feito foi possível através da empresa Lottie Sociedade Avícola, especializada em produção avícola, na qual o FSDEA detém participação por via da sua subsidiária Makunde.
Durante esta primeira operação, indica a nota, a empresa Lottie exportou 108 caixas, correspondentes a 38.880 ovos fertilizados.
“Para o próximo envio, a empresa já dispõe de mais 144 caixas preparadas, totalizando cerca de 52.000 ovos, o que demonstra a continuidade e sustentabilidade da produção”, acrescenta.
Sublinha que a operação já paga e concluída evidencia a crescente capacidade nacional de produção e exportação de bens agrícolas certificados, em conformidade com os padrões internacionais de qualidade e biossegurança.
“Esta primeira exportação de ovos fertilizados é mais do que um sucesso comercial é a prova de que o agronegócio angolano está pronto para competir a nível regional,” referiu o presidente do FSDEA, Armando Manuel, citado no mesmo documento.
Realçou igualmente que “o interesse de outros países africanos confirma a qualidade do produto nacional e o impacto do investimento realizado, para a criação de uma cadeia de valor avícola robusta e sustentável no país e na região”.
O acontecimento reforça os resultados da Estratégia de Investimentos Alternativos do FSDEA, centrada em sectores de alto impacto capazes de impulsionar a produção nacional, a substituição de importações e a diversificação das exportações, nomeadamente nos domínios da agricultura e segurança alimentar, saúde, indústria farmacêutica e infraestruturas.
Além disso, a Lottie recebeu novas encomendas provenientes do Zimbabwe, ampliando o alcance regional da produção avícola angolana e reforçando a presença de Angola no mercado africano de genética avícola.
Ovos fertilizados, também chamados de ovos embrionados, contêm um embrião em desenvolvimento, e são usados principalmente para a incubação e eclosão de pintos, mas podem ser consumidos sem riscos.
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