A mortalidade infantil caiu de 44 para 32 por mil nados-vivos, enquanto a mortalidade de menores de cinco anos reduziu de 68 para 52 por 1.000 nados-vivos.
Os dados, segundo notícia do JA Online, foram fornecidos pela ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, durante a cerimónia de abertura da 3.ª Jornada de Enfermagem da Maternidade Lucrécia Paim.
De acordo com os resultados do Inquérito de Indicadores Múltiplos e de Saúde (IIMS 2023/2024), houve melhorias substanciais nos índices de mortalidade e fecundidade em Angola.
A mortalidade materna registou uma descida de 239 para 170 por 100.000 nados-vivos.
A ministra adiantou, igualmente, que o país regista mudanças positivas nos padrões de fecundidade, tendo a taxa média de filhos por mulher diminuído de 6,2, em 2015/2016, para 4,8 em 2023/2024, o que demonstra avanços no planeamento familiar e no acesso aos serviços de saúde reprodutiva.
A titular da pasta da Saúde reconheceu, também, o papel determinante dos profissionais de enfermagem na consolidação dos ganhos alcançados, sobretudo no cuidado materno-infantil.
“Desde as consultas gerais e de pré-natal, ao acompanhamento durante o parto e no pós-parto, os enfermeiros asseguram com competência, serenidade e humanidade o nascimento de novas vidas e o bem-estar das famílias”, sublinhou.
Sílvia Lutucuta salientou, ainda, a contribuição da enfermagem na prevenção da transmissão vertical do VIH, no âmbito do programa “Nascer Livre para Brilhar”, e na administração precoce de vacinas como a da hepatite B (nas primeiras 24 horas de vida), a BCG e a pólio, reforçando a protecção das crianças e o controlo das doenças preveníveis.
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