O secretário de Estado para os Recursos Minerais, Jânio Correa Victor, disse, esta quinta-feira, em Luanda, que Angola tem potencial para se tornar no maior produtor mundial de diamantes, num futuro próximo, impulsionado pela vasta capacidade de exploração e recentes descobertas.
Abordado no balanço da terceira Conferência Internacional de Minas de Angola, Jânio Correa Victor referiu que o Plano de Desenvolvimento Nacional fixa para o sub-sector mineiro tornar Angola mais atractiva para investimentos nacionais e estrangeiros.
Recordou que operam no país multinacionais, como a De Bears, e salientou que a mina do Luele tem uma produção anual de cerca de seis milhões de quilates de diamantes, entre outros projectos em curso no país.
Aliada a produção, disse que a banca e as empresas de seguro e resseguro têm desempenhado também um papel importante nesta esfera.
Destacou ser um marco a produção de cerca de 14 milhões de quilates de diamantes por ano no país, superando os anteriores nove milhões de anos anteriores.
Quanto à venda, disse que rondou os 1,4 mil milhões de dólares, acrescentando que se os preços fossem mais altos o rendimento seria igualmente mais elevado, recordando que as empresas do sector diamantífero se ressentem da queda dos preços no mercado internacional.
Sob o lema “Reforçar as oportunidades de investimento mineiro a nível global em Angola”, a conferência visou criar um ambiente propício ao investimento, através do fomento de parcerias estratégicas entre investidores nacionais e estrangeiros.
Durante dois dias, o evento reuniu representantes de organizações internacionais ligados aos diamantes, analistas, empresas produtoras, investidores nacionais e estrangeiros, tendo sido promovido pelo Ministério dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás.
Em abordagem, estiveram temas como “Financiando o futuro: atrair investimento para Angola”, “Minerais críticos e diversificação económica em África – assegurando uma transição justa”, “Liderança e investimento: a intervenção do sector privado na indústria mineira”, “Riscos externos, termos fiscais, governança e regulamentação”, “Evolução da indústria mineira: fortalecer o papel de Angola no mercado global”, entre outros.
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