A República Democrática do Congo (RDC) concedeu sete licenças de exploração de lítio à KoBold Metals, uma startup de mineração norte-americana financiada por bilionários como Bill Gates e Jeff Bezos. As licenças abrangem uma área de 4.500 quilómetros quadrados em Manono, uma região já conhecida por abrigar um dos maiores depósitos de lítio do mundo.
Esta decisão marca um passo significativo na estratégia da RDC para se consolidar como um ator-chave na transição global para energias limpas. Atualmente, o país já fornece cerca de 70% do cobalto mundial, um mineral crucial para a produção de baterias. Com o lítio a ser cada vez mais procurado para veículos elétricos e sistemas de armazenamento de energia renovável, a RDC pretende expandir sua produção e diversificar a sua participação no mercado de minerais estratégicos.
A expectativa é que a procura global por lítio quadruplique até 2035, o que torna a aposta do Congo em se tornar um grande fornecedor ainda mais relevante.
No entanto, a autorização destas novas operações de mineração levanta preocupações entre ativistas locais. Num país historicamente afetado por corrupção e conflitos ligados à exploração de recursos, a sociedade civil exige que os novos empreendimentos garantam transparência, benefícios para as comunidades e salvaguardas ambientais rigorosas para evitar a repetição de problemas passados.
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